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Creio que se possa medir a evolução espiritual de um Ser através da quantidade de Sins ou Nãos que já proferiu em sua vida. Se foram mais Nãos é porque ainda não compreendeu. Quanto maior a quantidade de Sins maior é a estatura espiritual. Afinal o Não inexiste, Deus só sabe dizer SIM! (Autor desconhecido).

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                              Rumo ao Rio+20 e as Sociedades Sustentáveis

Centro de Convenções

28 a 31 de março – Salvador - BA 

O Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é o mais importante evento da Educação Ambiental no país. A sua sétima edição acontece em Salvador, Bahia, entre os dias 28 e 31 de março de 2012 com o tema Educação Ambiental: Rumo a Rio +20 e às Sociedades Sustentáveis.

A principal base do VII FÓRUM Brasileiro de Educação Ambiental é a reunião dos educadores ambientais que compõem a Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA) e seu fortalecimento.

O Fórum incentiva e difunde a cultura de organização em padrão rede, proporcionando experiências e conhecimentos que fortaleçam sua compreensão e prática. Ao mesmo tempo em que apresenta o campo da Educação Ambiental para novos militantes e educadores, incentiva a reflexão crítica para aqueles que nele atuam a partir da sociedade civil, do mercado e do Estado.

O Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global é o documento de princípios da REBEA e inspira a ação dos educadores ambientais articulados em rede. Avaliar sua inserção na educação ambiental brasileira é um dos objetivos centrais do VII Fórum, assim como contribuir para avaliação e fortalecimento da Política Nacional de Educação Ambiental.

Os temas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – RIO+20 - economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e  a governança global internacional para o desenvolvimento sustentável – serão exaustivamente debatidos no dia 30 de março.

As apresentações de pesquisas e de experiências em Educação Ambiental, junto com as vivências criam oportunidades de diálogos e de expressão da diversidade.

A ampla programação construída nas dimensões “ambiental, social, cultural, econômica e visão de mundo”, como formato de mesas redondas, fóruns, rodas de conversa, openspace, café social, mini-cursos, painéis, oficinas, jornadas temáticas, encontros paralelos, trilha da vida, atividades culturais,  vídeos no Ecocine, poesias, artes, danças e com a produção de documentos que serão referência para atuação no campo socioambiental.

Com esta ampla abordagem, contemplando diversos segmentos da sociedade brasileira, o Fórum oferece espaço de grande visibilidade e disseminação da imagem institucional dos participantes, provocando impactos positivos e concretos.

Inscrições Integrantes Comunidades Tradicionais e Agricultores Familiares diretamente com a Secretaria Executiva: sec.executiva_viiforumea@taticcaeventos.com.br

http://viiforumeducacaoambiental.org.br
Tel.: (71) 3354.9050 / 3494.2838


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                                      Dieta Mediterrânea melhora saúde e faz viver mais

A chamada dieta Mediterrânea, que é mais um jeito de se alimentar do que uma dieta no sentido tradicional do termo, garante uma vida mais longa e mais saúde.

Este é o resultado unânime de quatro estudos realizados pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia. A dieta Mediterrânea vem sendo estudada há mais de meio século, devido aos efeitos benéficos sobre a longevidade do jeito de se alimentar das populações ao redor do Mar Mediterrâneo.

Dieta Mediterrânea

A chamada dieta Mediterrânea é marcada por um elevado consumo de peixes e vegetais, castanhas e frutas, e um baixo consumo de produtos de base animal, como carnes e leite.

E não apenas a longevidade é influenciada: as populações que adotam este estilo de alimentação têm melhor saúde em geral.

A dieta Mediterrânea é reconhecida como patrimônio cultural intangível da humanidade pela UNESCO.

Anos extras

E por que eram necessários mais quatro estudos sobre a dieta Mediterrânea? Porque os pesquisadores suecos queriam avaliar seus efeitos sobre pessoas de todas as idades.

Eles usaram o chamado "estudo H70", que acompanha pessoas por mais de 40 anos - agora elas estão na casa dos 70 anos de idade.

Os resultados mostram que as pessoas que adotaram um estilo de alimentação mais próximo da dieta Mediterrânea têm até 20% mais chances de viverem mais.

"Na prática, isto significa que as pessoas idosas que adotaram uma dieta Mediterrânea vivem de 2 a 3 anos mais do que as pessoas com dieta tipicamente ocidental," afirmou Gianluca Tognon, que liderou os estudos.

Qualquer idade

O segundo estudo fez o mesmo na Dinamarca, concluindo que a dieta Mediterrânea aumenta a longevidade. O terceiro estudo acompanhou pessoas jovens, também na Suécia. Finalmente, um estudo analisou os efeitos da dieta Mediterrânea sobre a saúde geral de crianças.

"A conclusão que podemos tirar desses estudos é que não há dúvida de que a dieta Mediterrânea está associada a uma melhor saúde, não só para os idosos, mas também para os jovens," afirmou Tognon.

Cientista destaca ingredientes sagrados da alimentação mediterrânea

Com índices de mortalidade por câncer e doenças cardiovasculares inferiores à média mundial e menor incidência de doenças como Parkinson e Alzheimer, os países da costa do mar Mediterrâneo têm muita coisa a ensinar sobre saúde. A opinião é de Elliot Berry, professor do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Escola de Medicina Hadassah da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel.

Segundo Berry, a boa saúde dos povos mediterrâneos se explica em parte pela alimentação, a já famosa dieta mediterrânea. Mesmo culturalmente diferentes, os países da região partilham alguns ingredientes em comum, entre os quais sete se destacam: trigo, cevada, uva, figo, tâmara, romã e azeitona.

"São alimentos antigos e citados na Bíblia. Dois deles - romã e azeite de oliva - são especialmente bons para a saúde. O azeite reduz o risco de doenças cardíacas e a romã possui alto teor de antioxidantes e diminui riscos de aterosclerose na veia carótida", disse.

Outro diferencial está no próprio modo de se alimentar, com pequenas porções, refeições bem distribuídas ao longo do dia e aproveitamento de alimentos da época e cultivados nas proximidades, o que garante frescor.

Além da alimentação, a qualidade de vida é um item importante a se destacar nos países do Mediterrâneo. "O horário das refeições, como você come e até com quem você come podem influenciar na saúde", disse.

Berry também destacou a importância da prática de exercícios físicos. “Toda vez que pegamos um elevador em vez de usar escadas estamos perdendo uma oportunidade preciosa para queimar calorias”, disse.

Segundo o cientista, a quantidade de alimentos ingerida deve estar diretamente ligada ao nível de atividade física executada. “Somos como uma usina de energia, o combustível que consumimos deve ser compatível com o trabalho gerado”, apontou.

Os dez mandamentos do estilo de vida Mediterrâneo, segundo Elliot Berry:

O que fazer:

Consumir mais óleo/azeite de oliva, abacate e amêndoas.
Consumir cinco porções diárias de frutas e vegetais.
Consumir peixe duas vezes por semana para adquirir ômega 3.
Fazer exercícios de 30 minutos pelo menos três vezes por semana.
Ter um dia de descanso com a família e os amigos.

O que não fazer:

Fumar.
Comer demais.
Adicionar sal à comida já preparada.
Exagerar no consumo do álcool (limite de 20 a 30 gramas por dia).
Dirigir em alta velocidade.

Fonte: www.diariodasaude.com.br


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                                                Massagem que vale muito!


Uma sessão de 30 minutos de massagem pode ter o mesmo efeito de analgésicos na melhora da dor de cabeça. Sem as desvantagens do remédio que, usado com frequência, piora o quadro e torna o problema crônico.

Esse é o resultado de estudo realizado na Universidade de Granada, Espanha. Para o médico Mário Peres, neurologista do hospital Albert Einstein, ‘já havia estudos mostrando benefícios da massagem na prevenção de dores de cabeça. Mas esse é o primeiro que mostra efeito na crise.”

Mesma matéria informa outras terapias que dão bons resultados, sem precisar tomar remédios: acupuntura, quiropraxia, biofeedback, exercícios físicos e fisioterapia clássica.

Agora, é só experimentar!

Fonte: Folha de São Paulo


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                                         Anvisa quer pão francês com menor teor de sal
 

Uma das dicas do guia é a diminuição da adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa do pão.

Sal do pãozinho

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou um guia com orientações para que as padarias e outras empresas de alimentação fabriquem o tradicional pão francês com menor teor de sal.

Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE mostram que o brasileiro consome pelo menos um pão francês por dia, principalmente no café da manhã ou no lanche da tarde.

Uma unidade do pãozinho, com peso médio de 50 gramas, tem cerca de 320 miligramas (mg) de sódio (correspondente a 40% da composição do sal).

Você sabe a diferença entre sal e sódio?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda consumo diário de 2 mil mg, equivalente a uma colher de chá de sal. O brasileiro consome em média 3.200 mg de sódio por dia.

Menos sal nos alimentos

Uma das dicas do guia é a diminuição da adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa.

Em dezembro passado, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014.

Batatas fritas, bolos prontos, salgadinhos de milho e biscoitos recheados também estão na lista do acordo.

"Isso significa que em 2011 uma receita que utiliza 50 quilos de farinha de trigo e que, tradicionalmente, é adicionada de 1.000 gramas de sal (2% da base de farinha de trigo) terá a quantidade desse produto diminuída para 950 gramas (1,9% da base de farinha de trigo) até o fim de 2012 e para 900 gramas (1,8% da base de farinha de trigo) até o fim de 2014", diz o guia de boas práticas.

Pesagem dos ingredientes

Outra recomendação é pesar a quantidade de ingredientes da receita em uma balança. Não é aconselhável usar xícaras, copos e colheres como medidores, porque não garantem precisão.

"Se realizada de forma incorreta, [a pesagem] pode comprometer a qualidade do produto final e até mesmo acarretar danos à saúde do consumidor. Por exemplo, se a adição de sal for maior do que a recomendada, o produto final terá maior quantidade de sódio e, consequentemente, poderá influenciar na pressão arterial e aumentar o risco de doenças cardiovasculares," afirma a Anvisa.

A adoção do guia é voluntária.

De acordo com pesquisa do IBGE, mais de 81% dos garotos e 77% das meninas na faixa etária de 10 a 13 anos ingerem sódio além do máximo tolerável. A ingestão excessiva contribui para a pressão alta, doenças cardíacas e renais.

Fonte: Agência Brasil


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                               Iluminação Pública alimentada por energia solar e eólica

A Eco-Pole é uma lâmpada 100% ecológica e independente da rede de energia elétrica convencional.

A questão ambiental e também do uso de fontes de energia renováveis vem ganhando muito espaço no noticiário mundial com a criação de novas lâmpadas e produtos que utilizam energia limpa para operar. Pensando nisso, a empresa SavWatt criou uma lâmpada de rua que utiliza tanto energia solar como eólica para funcionar, a SavWatt Eco-Pole.

A Eco-Pole é uma lâmpada de LED desenvolvida para a iluminação de ruas, praças e parques que utiliza duas fontes de energia renovável: a solar e a eólica, sem precisar utilizar a rede de energia convencional da cidade. Ela foi desenvolvida pela empresa norte-americana SavWatt (cujo nome pode ser traduzido livremente como “economize uns trocados de energia”), especializada em iluminação a LED de baixo consumo.

Além de tornar o sistema de iluminação pública independente da rede de energia local, as lâmpadas da SavWatt também são capazes de reduzir os custos com energia elétrica.

A Eco-Pole utiliza uma lâmpada de LED de 60W, com duração de até 50 mil horas, alimentada por uma microturbina de vento de 300W e por painéis solares de 90W. Apesar de consumir apenas 60W de potência, a lâmpada desenvolve uma luminosidade equivalente a uma lâmpada convencional incandescente de 250W, com duas opções de temperatura de cor: Cool White, a 6.500 kelvins, e Warm White, a 4.000 kelvins.

A empresa também utilizou uma capa ultrafina de proteção para evitar que os sistemas de alimentação da Eco-Pole sofram algum tipo de corrosão devido à exposição às condições climáticas.

A Eco-Pole já está sendo testada em algumas cidades dos Estados Unidos e tem apresentado ótimos resultados para a economia de energia. E, o melhor de tudo, não emite nenhum tipo de gás, diminuindo os níveis de poluição do ar.

fonte: www.hierophant.com.br/arcano/posts/view/Ecoando/1432


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                               Bocejo é mais contagioso entre pessoas que se gostam
 

O fator mais importante que afeta o poder de contágio do bocejo é a qualidade do relacionamento que une o "bocejante" e o "bocejado".

Contágio emocional

Todo o mundo sabe que bocejar é contagioso.
O que não se sabia até agora é que o bocejo é mais contagioso entre pessoas que se gostam, o que inclui amigos, parentes, esposa, marido, namorados etc.
Ivan Norscia e Elisabetta Palagi, da Universidade de Pisa (Itália), afirmam que a "transmissão do bocejo" é não apenas mais frequente, mas também mais rápida, entre "pessoas que compartilham uma ligação empática".
Segundo eles, sua pesquisa é a primeira indicação clara de que a transmissibilidade do bocejo é uma forma de contágio emocional.

Bocejo contagioso

Apesar de sua conexão com a empatia, o bocejo não é uma exclusividade do homem.

"Dependendo do grupo animal considerado, o bocejo pode indicar estresse, tédio, fadiga ou indicar alguma alteração de atividade, como depois de acordar ou antes de ir para a cama," explica a Dra. Elisabetta.
Mas, segundo ela, o bocejo contagioso é completamente diferente, muito mais "moderno" em termos evolutivos, e presente basicamente nos primatas.
O estudo, publicado na revista científica PLoS One, analisou pessoas conhecidas e estranhas, de diversas nacionalidades e nas mais diferentes situações.

"O que aparece como o fator mais importante afetando o poder de contágio do bocejo é a qualidade do relacionamento que une o 'bocejante' e o 'bocejado'," afirma Ivan Norscia. "De fato, é muito mais provável que uma pessoa vá 'bocejar de volta' se o primeiro bocejador for uma pessoa amada."

Bocejar de volta

Nem nacionalidade, idade, sexo, assim como nenhum outro fator, mostrou-se estatisticamente relevante quanto ao contágio do bocejo.
O estudo revelou uma tendência bem clara: o poder de contágio do bocejo é maior na seguinte sequência de pessoas queridas: parentes, amigos, parceiros. Só na última posição aparecem os estranhos.
O tempo que leva para alguém "bocejar de volta" também é menor na mesma sequência.

Ou seja, afirmam os pesquisadores, um bocejo pode ser um sinal de empatia, e não necessariamente de tédio.


fonte: redação do Diário da Saúde


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                                      Ouvir música faz o cérebro inteiro se iluminar
 

O cérebro se ilumina praticamente por inteiro quando a pessoa está ouvindo música, um fenômeno até agora sem equivalente em termos de atividade humana. 

Poder ativador da música

Cientistas da Finlândia descobriram uma nova técnica inovadora que permite estudar como o cérebro processa diferentes aspectos da música.
Em uma situação realística de "curtir a música predileta", a técnica analisa a percepção do ritmo, tonalidade e do timbre, que os pesquisadores chamam de "cor dos sons".
O estudo é inovador porque ele revelou pela primeira vez como grandes áreas do cérebro, incluindo as redes neurais responsáveis pelas ações motoras, emoções e criatividade, são ativadas quando se ouve música.

Cérebro iluminado

Os efeitos da música sobre as pessoas sempre foram mais assunto de poetas e filósofos do que de fisiologistas e neurologistas.

Mas os exames de ressonância magnética permitem gerar filmes que mostram como os neurônios "disparam", literalmente iluminando cada área do cérebro nas imagens produzidas na tela do computador.

Para estudar os efeitos de cada elemento musical sobre o cérebro, o Dr. Vinoo Alluri e seus colegas da Universidade de Jyvaskyla escolheram um tango argentino.

A seguir, usando sofisticados algoritmos de computador, eles analisaram a relação das variações rítmicas, tonais e timbrais do tango com as "luzes" produzidas no cérebro.

Emoção na música

A comparação revelou algumas coisas muito interessantes, mostrando que a música ativa muito mais áreas do que aquelas relacionadas à audição.
Por exemplo, o processamento dos pulsos musicais aciona também áreas do cérebro responsáveis pelo movimento, o que dá suporte à ideia de que música e movimento estão intimamente relacionados.

As áreas límbicas do cérebro, associadas às emoções, estão também envolvidas no processamento do ritmo e da tonalidade.
Já o processamento do timbre depende de ativações da chamada rede de modo padrão, associada com a criatividade e com a imaginação.

Além do interesse científico, estas informações são valiosas para compositores, que poderão "mexer" em suas melodias dependendo da emoção que querem transmitir com suas músicas.

Fonte: redação do Diário da Saúde


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                                             Alimentos Orgânicos chegaram para ficar!
 

Se perguntassem a você qual tipo de alimento preferiria ingerir, com agrotóxico ou sem agrotóxico, você teria a resposta na ponta da língua? Pois o alimento sem agrotóxico (sem veneno, no linguajar popular) tem sido cada vez mais produzido, vendido e comentado em todos os cantos de nosso país.  Até porque ninguém mais duvida dos benefícios que usufruímos quando ingerimos alimento in natura.

Para ser considerado orgânico, o produto tem que ser produzido em um ambiente de produção orgânica, onde se utiliza como base do processo produtivo o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.

Na agricultura orgânica não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente.
Não são utilizados fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos.
O Brasil, em função de possuir diferentes tipos de solo e clima, uma biodiversidade incrível aliada a uma grande diversidade cultural, é sem dúvida um dos países com maior potencial para o crescimento da produção orgânica.

Produtos orgânicos e meio ambiente

Uma das características fundamentais da produção orgânica é a preocupação com o meio ambiente. Os sistemas orgânicos de produção priorizam o uso responsável dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. A agricultura orgânica busca diversificar e integrar a produção de espécies vegetais e animais com o objetivo de criar ecossistemas mais equilibrados.

Consumo responsável

Ao consumir produtos orgânicos, você contribui para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham em prol de uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. O consumidor responsável deve considerar e valorizar, no ato da compra, os produtos da estação, os regionais, aqueles que fortalecem os produtores locais e os que têm processo de produção e embalagens que agridem menos o meio ambiente.

Saúde

Os produtos orgânicos reduz os riscos à saúde dos trabalhadores rurais uma vez que na produção orgânica eles não estão expostos ao contato com insumos tóxicos; reduz os riscos de contaminação por possíveis resíduos de agrotóxicos presentes nos alimentos e possibilita a melhoria da sua alimentação e de sua família uma vez que os alimentos orgânicos possuem maior riqueza nutricional;

Educação

O consumo de produtos orgânicos permite o crescimento da consciência sobre a responsabilidade de cada um, como consumidor, com a sustentabilidade ambiental, ao privilegiar em suas compras produtos que eles próprios e seus processos de produção contribuam para a qualidade de vida no planeta e tal cultura ensina as crianças a aprenderem desde cedo a importância do trabalhador rural na produção de alimentos de qualidade sem descuidar da preocupação com o meio ambiente e com o uso racional dos recursos naturais de forma que possam permitir que elas, seus filhos e netos, também tenham no futuro uma boa qualidade de vida.

Para termos uma ideia de como andam o nível de agrotóxicos em nossos alimentos, bom saber que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatou que os produtores rurais têm usado agrotóxicos não autorizados no plantio de determinados alimentos, e em 2010 a Vigilâncias Sanitária avaliou 2.488 amostras de alimentos, sendo que 28% apresentaram resultado insatisfatório para a presença de resíduos dos produtos. Deste total, 605 (24,3%) amostras estavam contaminadas com agrotóxicos não autorizados.

Em 42 amostras (1,7%), o nível de agrotóxico estava acima do permitido. Em 37% dos lotes avaliados, não foram detectados resíduos de agrotóxicos.

O pimentão lidera a lista dos alimentos com grande número de amostras contaminadas por agrotóxico. Em quase 92% das amostras foram identificados problemas. Em seguida, aparecem o morango e o pepino, com 63% e 57% das amostras com avaliação ruim. Em uma amostra de pimentão foram encontrados sete tipos diferentes de agrotóxicos irregulares. A batata foi o único alimento sem nenhum caso de contaminação nas 145 amostras analisadas.

A agência reguladora constatou também que, das 684 amostras consideradas insatisfatórias, 208 (30%) tinham resíduos de produtos que estão sendo revistos pela Vigilância Sanitária ou serão banidos do país, como é o caso do endossulfan e do metamidófos, que serão proibidos no Brasil nos próximos dois anos.

Em 2010, foram avaliados resíduos de agrotóxicos em 18 tipos de alimentos em 25 estados e no Distrito Federal. São Paulo não participou do programa.

A lista com os dez alimentos com mais amostras contaminadas com resíduos de agrotóxicos é a seguinte:

1) pimentão
2) morango
3) pepino
4) cenoura
5) alface
6) abacaxi
7) beterraba
8) couve
9) mamão
10) tomate

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/anvisa-lista-alimentos-com-mais-agrotoxicos-08122011-2.shl, prefiraorganicos.com.br.


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                                 17 DICAS: ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA 
 

Por Dr. Eric Slywitch  

Nesse texto fornecerei algumas dicas, muitas delas baseadas nas orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria.

1) A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses.

2) A amamentação deve ser mantida até os 2 anos de idade (segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria).

3) A partir dos 6 meses deve-se introduzir, gradualmente, outros alimentos.

Importante: a fase de introdução de alimentos, a partir dos 6 meses de idade, é uma das fases mais críticas, onde a ocorrência de desnutrição pode se instalar. Muito cuidado nessa fase! Mantenha o acompanhamento médico/nutricional.

4) A oferta inicial de alimentos a partir de 6 meses de idade pode se iniciar com frutas ou cereais. No Brasil costumamos iniciar com frutas, mas em alguns países os cereais são os primeiros alimentos introduzidos. Nenhuma fruta é contra-indicada. Os sucos devem ser utilizados após as refeições principais, e nunca em substituição a elas. Utilize, no máximo, 240 ml/dia.

5) Após os 6 meses, os alimentos oferecidos devem ser introduzidos 3 vezes por dia, começando-se com 1 refeição e aumentando gradativamente até chegar a 3 (veja o item 13).  A criança deve manter a utilização do leite materno.

6) Os alimentos devem ser oferecidos sem rigidez de horários, portanto, respeitando a vontade da criança.

7) As papas oferecidas devem ter sempre a consistência de purê (oferecido com colher), pois mantém maior densidade calórica do que as sopas. Procure adicionar o mínimo de água possível para fazer as papas. Quando for possível, apenas amasse os alimentos, sem adicionar água. Isso preserva maior densidade calórica e protéica na refeição. Jamais acrescente leite ou açúcar nas papas!

8) Com o decorrer dos meses deve ser modificado a consistência da dieta até atingir o padrão da alimentação da família.

Com um ano de idade pode ser oferecido alimento na mesma consistência do que é utilizado pela família.

9) Evitar o consumo de açúcar, café, enlatados, salgadinhos, balas e refrigerantes. O uso de sal deve ser feito com moderação.

10) Atenção: na impossibilidade do aleitamento materno deve-se utilizar fórmulas lácteas (que podem ser à base de soja) específicas para a substituição do aleitamento materno. Esses compostos são desenhados com perfil mais próximo de substituição do leite materno e têm exatamente essa finalidade. Jamais improvise!!!

Há fórmulas que podem ser utilizadas para crianças veganas.

11) Para os que utilizam ovos, esse pode ser introduzido entre o sexto e sétimo mês. No passado, utilizava-se o ovo apenas após a vacina contra o Sarampo ser aplicada (9 meses de vida), por medo de reação alérgica à vacina.
Ao utilizar o ovo, a criança poderia se sensibilizar às suas proteínas e, ao receber posteriormente a vacina do Sarampo, desenvolver reações alérgicas. Devido à raridade que esse quadro ocorre, a maioria dos autores não contra-indicam mais a abstenção do ovo antes de tomar a vacina.

12) Não utilizar mel durante o primeiro mês de vida, pois ele pode veicular esporos do Clostridium botulinum, capaz de causar botulismo.

13) A primeira papa “salgada” costuma ser oferecida entre o sexto e sétimo mês de vida e segunda papa "salgada" entre o sétimo e oitavo mês de vida.

As oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas...) apresentam diretrizes controversas. Alguns autores recomendam seu uso após o primeiro ano de idade ou após o terceiro se os pais são alérgicos a esses produtos. Outros, autorizam seu uso logo ao se iniciar as papas "salgadas".

Deve-se utilizar óleos, especialmente os de linhaça, oliva e soja, pela melhor relação do ômega-6 com ômega-3. Leia mais sobre esse assunto na Seção "Nutrientes - Ômega-3" desse site.

14) As misturas (papas) devem conter os seguintes grupos alimentares para as crianças veganas:

Cereais - arroz, macarrão, quinoa, milho...
Feijão - qualquer tipo, o que inclui ervilha, grão-de-bico, lentilha, tofu...
Vegetal amiláceo - batata, inhame, mandioca....
Verduras - couve, brócolis, mostarda...
Legumes - cenoura, abóbora, abobrinha...
Óleos -  linhaça, oliva e soja...

É mais adequado oferecer cada grupo separadamente (mas na mesma refeição) para que a criança aprenda a distinguir os diferentes sabores.

O grupo dos feijões é o mais concentrado em proteínas e, por isso, nunca deve estar ausente nas papas.

15) Pode ser necessário 8 a 10 exposições do mesmo alimento para que ele seja aceito pela criança. Seja paciente!!

16) Exemplos de ingredientes de papas veganas:

Papa de tofu com arroz:
Tofu – 60 gramas
Arroz cozido – 100 gramas
Quiabo – 30 gramas
Feijão – 15 gramas
Cebolinha – 5 gramas
Óleo de oliva – 5 gramas
Sal – pouco

Papa de mandioca com ervilha:
Ervilha – 70 gramas
Mandioca – 140 gramas
Abobrinha – 20 gramas
Couve – 20 gramas
Óleo de soja – 5 gramas
Cebolinha – 5 gramas

Os alimentos mais macios podem ser refogados e quando amolecidos serem misturados aos outros que foram cozidos separadamente por serem mais duros (feijões e cereais).

17) ATENÇÃO: As proporções desses alimentos utilizados podem ser muito diferentes de uma criança para outra. Por isso, apesar dessas dicas serem importantes, não se aventure sozinho na elaboração da dieta do seu filho. Mantenha companhamento nutrológico e nutricional do seu filho.


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                Fabricantes terão de reduzir substância cancerígena em refrigerantes

Fabricantes de refrigerantes de baixas calorias ou dietéticos cítricos vão reduzir a quantidade de benzeno (substância cancerígena) das bebidas no prazo de até cinco anos, conforme acordo fechado com Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF/MG). As informações são da Proteste Associação de Consumidores.

O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com a Ambev, a Coca-Cola e a Schincariol prevê que a quantidade máxima deverá ficar em cinco microgramas por litro.
A presença do benzeno nas bebidas foi detectada em 2009 pela Proteste ao realizar exames em 24 amostras de diferentes marcas. O Termo de Ajustamento de Conduta foi assinado agora, dois anos após o MPF instaurar inquérito civil público para apurar o caso.

Ao analisar 24 amostras de diferentes marcas, a Associação detectou a presença do benzeno em sete delas: Fanta laranja, Fanta Laranja light, Sukita, Sukita Zero, Sprite Zero, Dolly Guaraná e Dolly Guaraná diet. Em duas das amostras – Fanta laranja light e Sukita Zero – a concentração estava acima dos limites considerados aceitáveis para a saúde humana. Foram encontrados limites aceitáveis de benzeno no Dolly guaraná tradicional e light, na Fanta laranja tradicional, Sukita tradicional e no Sprite Zero.

De acordo com o MPF, a legislação brasileira, em especial o Código de Defesa do Consumidor, estabelece que os produtos colocados à venda no mercado não poderão trazer riscos à saúde ou à segurança dos consumidores, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a fornecer as informações necessárias e adequadas a respeito.

Como não existe um limite fixado pela Anvisa para refrigerantes, a Proteste utilizou  o  parâmetro de água potável que é de 5 micrograma por litro. Como a OMS e as autoridades sanitárias estrangeiras e nacionais não estabeleceram um limite de benzeno para refrigerantes e sucos, considera-se que, no mínimo, deve ser adotado o mesmo limite utilizado para a água potável. As marcas reprovadas estavam acima desse limite.

O MPF também expediu recomendação para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizasse os estudos necessários para determinar a concentração máxima, tolerável, da substância nos refrigerantes comercializados no país.
Enquanto isso, o MPF reuniu-se com os fabricantes para tentar uma solução amigável e definitiva, que pudesse proteger os consumidores. Desde o início, três deles, que representam quase 90% do mercado, dispuseram-se a acatar as orientações do Ministério Público.

Os fabricantes informaram que a formação do benzeno decorre de um processo químico geralmente desencadeado nos refrigerantes light/diet, já que a presença do açúcar inibe a formação da substância. Disseram ainda que “a eventual identificação de traços mínimos de benzeno em determinado produto pode se dar por razões diversas e alheias aos esforços da empresa, como, por exemplo, em decorrência da quantidade de benzeno pré-existente na água”.

Fonte: UOL Ciência e Saúde


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                        “Gatos Sortudos” reúne histórias emocionantes de amor,
                                                  amizade e superação
 

Livro fala sobre o relacionamento entre felinos adotados e seus donos

Maus-tratos e abandono. Essa é a realidade dos gatos resgatados pela ONG “Adote um Gatinho”, e por ela transformada. Há oito anos enfrentando obstáculos para dar uma vida melhor a esses bichanos, Juliana Bussab e Susan Yamamoto, fundadoras e responsáveis pela AUG, escreveram o livro “Gatos Sortudos”, que expõe as histórias reais e cativantes desses animais. São doze gatinhos que representam os mais de quatro mil felinos resgatados, cuidados e colocados para adoção pelas autoras. Esses animais não só ganharam vida nova como, com certeza, mudaram a de seus novos donos.

Segundo as autoras, a obra foi produzida com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a importância de proteger os animais e, assim, colaborar com a redução do número de gatinhos abandonados e maltratados nas ruas. “Queremos ajudar mais peludinhos a terem uma história de vida especial, por isso toda a renda dos direitos autorais vai direto para a AUG.” afirma Juliana Bussab.

“Sem o patrocínio de grandes empresas e contando apenas com doações de pessoas que confiam e nos ajudam nesse trabalho, é sempre difícil salvar todos esses animais, mas fazemos esse trabalho com a alma e o coração e por isso deu certo até agora.” conta Susan Yamamoto.

 Entre os personagens mais encantadores está Ozzy, um gatinho que foi muito machucado quando recém-nascido e por isso enfrentou dificuldades para conseguir se movimentar normalmente. Mas que superou todas as expectativas e, com seu charme, virou mascote da ONG e até estrela de televisão. Além da vida de Ozzy e outros bichinhos, a obra dispõe de fotos e dicas informativas sobre a criação de gatos.

Ficha técnica
Livro: Gatos sortudos
Autoras: Juliana Bussab e Susan Yamamoto
Editora: Livros de Safra
Páginas: 224
Preço: R$ 35,00


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                                    Escolas municipais testam merenda sem carne

    SP: Merenda vegetariana na rede pública começa a se tornar realidade


Um dia por semana a merenda dos alunos da rede municipal poderá ser vegetariana. A Secretaria Municipal de Educação está realizando estudos para descobrir como a proteína animal pode ser substituída de uma maneira que agrade ao paladar das crianças. Os pratos serão testados em escolas com alunos de todas as idades e perfis socioeconômicos diferentes na cidade.

Os trabalhos para que a merenda escolar ficasse sem proteína animal pelo menos um dia começaram em 2009. Foram feitas seis reuniões entre nutricionistas do Departamento de Merenda Escolar da secretaria e assessores do vereador Roberto Tripoli (PV), que é autor da proposta.

O pedido do parlamentar para que a secretaria adotasse alimentos vegetarianos surgiu a partir de pesquisas feitas pela Comissão de Estudos Sobre Animais da Câmara Municipal, que atuou durante cinco meses. Os trabalhos abordaram, entre outros assuntos, o impacto ambiental provocado pela indústria frigorífica. Os benefícios de uma alimentação saudável também foi discutida por profissionais de várias áreas.

No ano passado, a secretaria recebeu no orçamento uma emenda de R$ 500 mil para dar andamento ao projeto. Entretanto, nenhuma medida prática foi tomada pela pasta, de acordo com o gabinete do vereador.

O parlamentar afirmou que o secretário de Educação, Alexandre Schneider, deu-lhe a garantia de que o projeto será implantado. Em breve  será feita uma reunião para acertar os detalhes. “Na verdade, gostaria que as crianças pudessem ter na rede uma opção de merenda vegetariana se elas assim preferirem. É um direito delas”, avalia Tripoli.

A Secretaria Municipal de Educação informou em nota que, “neste momento, o Departamento de Merenda Escolar está preparando os testes, definindo as datas de sua aplicação e escolhendo as escolas-piloto. O próximo passo é o de implantar o programa em toda a rede municipal, desde que os testes se mostrem satisfatórios”. A maior preocupação de alguns técnicos é fazer com que as crianças gostem do sabor dos alimentos substitutos.

Marly Winckerler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira, disse que a entidade tem acompanhado o projeto. “É uma medida espetacular, mesmo que seja um único dia, porque isso fará com que a sociedade possa refletir sobre os benefícios que a dieta sem carne traz para a saúde.”

A ideia de ficar um dia sem carne na merenda não preocupa os alunos. “Eu acho muito bom ter um dia sem carne porque protege os animais da morte e cuida da natureza. Mesmo em casa eu não gosto de comer muita carne, acho enjoativo”, afirma um aluno da 6.ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) José Mario Pinto Duarte, em Perdizes, zona oeste.

Por Marici Capitelli
Fonte: blogs.estadao.com.br


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             O sofrimento e a dor que o homem causa ao reino animal e a si mesmo
 

O sofrimento, embora não faça parte da natureza do eu superior, é inerente à personalidade do homem em virtude de suas ligações com o passado e da força do desejo, ainda não elevado para objetivos superiores.

A energia própria da sua alma, porém, é a alegria, estado de ser unificado com o propósito da criação. É desse estado, que não vem da personalidade, mas sim de regiões mais profundas, que emerge a beatitude, em que a paz vai além de qualquer compreensão e na qual existe a entrega completa do ser interior ao caminho cósmico.

Enquanto o indivíduo está encarnado, sofrimento e dor fazem parte de sua vida. Compreender suas causas e remover ou transmutar os elementos que as vitalizam e mantêm deveria ser uma das metas por ele visualizada.

Quando a humanidade elevar seus desejos para fins evolutivos, que transcendam a vida comum e, principalmente, quando dispensar o supérfluo, o sofrimento humano diminuirá o quanto for permitido pela lei cíclica. Além disso, quando o homem perceber que a atitude perante o sofrimento e a dor influi sobremaneira em sua atuação e efeitos, muito do que hoje ainda lhe acontece será removido. Esses fatos têm relação com o código genético vigente no homem, o que vai mudar num futuro próximo.

Importa considerar aqui o princípio básico da lei de causa e efeito: enquanto provocarmos sofrimento, tê-lo-emos em nossa própria vida. Nesse particular, o fato de a humanidade ainda assassinar animais traz-lhe consequências incalculáveis.

O animal, naturalmente, tem o homem na mesma conta em que temos Deus. Ao ser assassinado, é marcado por profundo impacto, de insondável repercussão. No momento da matança, percebe que os aspectos exteriores de seu ser serão destruídos, sabe o que vai acontecer e, por já ter desenvolvido suficientemente o corpo emocional em seu estágio evolutivo, sofre.

A questão da dor nunca começará a ser aclarada por nós se esse ponto inicial não estiver, pelo menos como uma semente, em nossa consciência.

O número de seres humanos encarnados hoje que não estão mais ligados ao uso de carne em sua alimentação é grande; entretanto, os eus superiores preparados para serem vegetarianos, frutívoros ou naturalistas vêm na maioria das vezes para ambientes terrestres ainda condicionados por hábitos alimentares retrógrados. Por isso, muitos demoram a reconhecer a própria condição interior.

A ingestão de produtos de origem animal - em especial de carne - produz inércia nas células físicas, impedindo que seu potencial se manifeste plenamente. É forte obstáculo ao trabalho evolutivo que o homem busca levar adiante. A carne tem vibração própria de estágio instintivo ultrapassado por ele e, quando usada em sua alimentação, o mantém em ponto não condizente com novos passos a dar: o domínio da intuição, o exercício da telepatia superior e a experiência da consciência supramental. Enquanto não se substituir a antiga forma de os homens contatarem os animais, a vibração instintiva ficará circulando nos corpos de suas personalidades, ocupando espaço e impedindo que a luz da intuição e de etapas mais avançadas possa nelas se instalar.

Um relacionamento verdadeiro precisa ser desenvolvido entre nós e os animais, no qual os últimos serão beneficiados com os nossos serviços e com a nossa gratidão pelo papel que tiveram no desenvolvimento da humanidade. 

Por Trigueirinho
Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site www.irdin.org.br


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                                                    A interface Lua regendo 2012
 

Pense num reservatório com muita água, onde qualquer ação externa o faz mexer, sacudir, tripudiar.

Planeta Terra, que na verdade é de água, é um grande reservatório deste elemento.

O humano, da mesma forma, é constituído de muita água, cerca de 70%. Então, o corpo humano também é um reservatório de água.

A água é um excelente condutor de energia.

O satélite Lua regerá 2012 a partir de 21 de março.
A lua é a interface galáctica com o planeta Terra, logo, também com nós humanos. 
A lua possui quatro fases a cada 28 dias. A lua rege o elemento água. Ela passeia pelo céu em órbita da Terra e vai modificando continuamente a água contida nos reservatórios abaixo de si.  Mas sendo uma interface, recebe influência dos Astros. Os astros emitem vibrações, a lua as interpreta e transmite, através do elemento água, personificando tais impressões num fluxo de contínua transformação pelas quatro fases lunares.

Portanto é correto dizer EU ESTOU e não EU SOU. Cada um irá reagir de forma única a tais influências e diante deste turbilhão de modificações é que devemos mesmo respeitar e não julgar a expressão alheia. É muita água... são muitas as emoções que conclamam o psiquismo racional. Então, na tentativa desesperada de entender o que está acontecendo em si mesmo, o nível de stress se eleva.

Junta-se a isto centenas de estímulos externos, o nível de estresse não só se eleva, como se torna crônico, tirando qualquer biorritmo do equilíbrio sideral.
Por isto mesmo compreender a si mesmo através da influência dos astros sobre nós utilizando-se para isto o MAPA ASTRAL onde tamanho autoconhecimento pode, finalmente, construir pontes onde, até então, só havia dúvidas, inseguranças, baixo auto-estima e muita confusão.

O Que é o mapa astral?

É o registro bioenergético atraído quando das primeiras respirações do bebê que acabara de sair do ventre da mãe. Este prana, alento, bioenergia, irá reagir com mais duas forças contidas no bebê: os registros energéticos do papai e da mamãe. Então, o MAPA ASTRAL é seguir as pistas contidas em tal registro proveniente da data, local e hora de nascimento, a fim de alcançar o pote de ouro ou, como se chama na Astrologia, a Roda da Fortuna, o Dharma. 
Não será uma busca fácil, contudo, e somente ficará mais claro, a medida que vamos desaprendendo de nós mesmos, seguindo na fluência da existência pelo mistério delicioso que é viver. As forças de papai e mamãe precisam se tornar conscientes, a fim de que o UNO possa se manifestar liberto, expressando o self tal qual ele se permite, alcança, imagina e considera ser a verdade. No mais, como dizem, a vida ensina e correr riscos é inerente.  

Mas se tudo é um mistério, por que fazer o mapa astral?

Para aliviar o medo e nos manter no nível da humildade diante das forças poderosas produzidas no Universo e na própria Terra. Não é fácil para parafernália cérebro-espinhal lidar com o mistério. Ela precisa entender tudo!
Sempre que leio um mapa, o semblante do cliente vai se transformando, como se dissesse – e, por fim, acabam verbalizando: “Eu já sabia de tudo. Só precisava de um empurrão para aceitar”. Então, o mapa astral é este empurrão das impressões, percepções, intuições para a compreensão racional, tal qual uma análise feita por um psicólogo apenas utilizando outro instrumento de interpretação. O astrólogo precisa desenvolver, antes de qualquer coisa, a qualidade de terapeuta, ou seja, servir a psique humana.

A cultura ocidental já densifica um pouco mais tal entendimento se comparada ao oriente. Fomos educados a agir em função do futuro e não do presente. Este efeito impede, atrofia, qualquer qualidade criativa da mente, algo fundamental para o seu bem-estar como órgão.
Vejam como os orientais criam formas de sobreviver incríveis. Mas o ocidente está mais para a “zona do conforto”, do conformismo, isto porque a ausência da criatividade gera a robotização, a submissão, o medo, a doença.

O que ofereço com a interpretação do mapa astral são instrumentos para reflexão, a fim de conduzir o autoconhecimento através daquele específico nível de consciência. O objetivo é acalmar e não agitar mais ainda e, fundamentalmente, despertar a criatividade através da auto-expressão libertada.
Sem dúvida a inspiração para o discurso na interpretação vem da filosofia oriental, porque é lá que, há milênios, o homem já foi considerado holístico. Mas nem tão esotérico assim. Na hora da leitura, se fala de tudo. Somos veículos, não é mesmo?

E com a Lua regendo 2012, como se daria tal incidência nos mapas astrais das pessoas?

A dinâmica, como disse, é pessoal e intransferível. Somos marionetes do Universo. O livre-arbítrio que tanto falam fica limitado tão somente entre o AMOR e a DOR, porque nossa condição de organismo é proveniente da dualidade. Qualquer decisão levará a estas polaridades, fluindo, invariavelmente, ao cumprimento do destino que também seguirá a ordem do amor e da dor. Conhecendo-se mais pelo mapa astral, poderá se descobrir como se dará a influência da lua.

De qualquer forma, generalizando, a lua faz referência ao feminino, ao útero, as emoções. É muito da nossa plástica e personalidade.

A lua dá forma e que se altera constantemente, mas que se declara através de um sorriso, um olhar, um gesto. A lua rege o signo de Câncer. Isto sugere que será um ano intenso para os cancerianos. Devem cuidar com o excesso da vaidade e a demasiada absorção. Cancerianos possuem formas arredondadas. 2012 pode elevar ainda mais estas formas. Tenderá a existir declaração de carência coletiva e nutrir uma palavra de ordem. Mercúrio está agitando 2011 e graças à comunicação que lhe é peculiar, o mundo está sabendo mais sobre os bastidores do poder.
A lua em 2012 pretende gerar uma nova forma mundial, mas ainda com emoções bem alteradas. Isto prepara 2013 para receber Saturno, aquele que, sem se deixar afetar, coloca ordem em qualquer histeria.  


Por Stupa
stupa@centrovor.org


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Sylvia

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