"Não há maior sinal de loucura do que fazer a mesma coisa sempre e esperar a cada vez um resultado diferente"(Einstein)

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Bem de levinho, a Microfisioterapia vai resolvendo problemas físicos e emocionais

Foto:Arquivo pessoal / Dra. Viviane em atendimento
Dra. VivianeA Viviane me explicou direitinho como funciona a Microfisioterapia: "Tudo que acontece em nossa vida fica gravado em nosso corpo, seja uma simples torção no pé ou um problema emocional maior, como uma grande perda, por exemplo. A Microfisioterapia vai buscando esses inprints no corpo, na nossa memória celular, através de pequenas palpações e toques, identificando o que ocorreu e quando aconteceu. E o tratamento é feito logo em seguida, trabalhando, sempre com pequenos toques, pressões e rotações feitas com as duas mãos, a área onde está localizada a origem da desordem e a memória do evento".

Bom, na teoria entendi tudo mas na prática... Então, como faço sempre, pedi que a Viviane colocasse a teoria na prática. E partimos para uma sessão.

Gente, a Microfisioterapia é muito interessante: a Viviane vai tocando algumas regiões do meu corpo e começa a falar: "No segundo mês de gestação, sua mãe teve algum problema e você ‘guardou' o registro. No segundo e quarto meses de vida também você teve alguns probleminhas em função de problemas de saúde de sua mãe. Bom, até aí não posso dizer nada porque não lembro.

E ela prossegue: "Depois em 1971 também houve alguma coisa com você que está marcada no seu corpo (também não consegui identificar na hora nem até agora). E depois outros eventos mais sérios ocorreram em 1981, em 1983, em 1986 e em 1996".

A Viviane foi dizendo isso bem mais devagar do que estou escrevendo, mas acho que devo ter começado a abrir a boca de espanto., desde que ela citou o ano de 1981. Porque aí bateu tudo. Como é que pode, pensei cá comigo. Nossas mãos são antenas maravilhosas, como dizia Mestre Choa Kok Sui, da Cura Prânica, e têm uma enorme capacidade de cura (e penso também: Por que será que os médicos usam cada vez menos suas mãos para sentir como estão seus pacientes?)

Mais explicações

Viviane Ramos de Toledo Rocha fez o curso de Microfisioterapia em 2005, logo após se formar na Fisioterapia tradicional. E trabalha direto com a técnica desde que completou o curso, atendendo em Lins, Birigui, São Paulo e Marília. "Claro que também utilizamos a Fisioterapia tradicional e indicamos a Medicina ortodoxa em diversos casos. Por exemplo, tratei um parente que tinha problemas nos dois joelhos. Num deles, a Microfisioterapia resolveu o problema, no outro, não, e ele teve que fazer uma cirurgia. E a semana passada atendi uma pessoa que quebrou o nariz numa queda. Com a Micro, ele já melhorou bastante a respiração e o nariz voltou um pouquinho para o lugar, mas provavelmente ele terá que fazer uma cirurgia para resolver o problema totalmente".

A técnica foi desenvolvida por dois fisioterapeutas franceses, Patrice Benini e Daniel Grosjean, na década de 80, com base no seguintes conceitos: "Todos os seres vivos são concebidos para reagir às agressões sofridas (resfriados, acidentes, perdas de familiares, viroses, enfim todo tipo de agressão física e/ou emocional), mas, quando essas agressões ultrapassam o limiar de defesa do organismo, a vitalidade dos tecidos é alterada e surgem as várias doenças. Através da Microfisioterapia é possível restabelecer o equilíbrio do organismo, restaurando a vitalidade dos tecidos do corpo que foram afetados por algum trauma - seja uma torção, uma infecção por vírus, toxicidade, choque e/ou trauma emocional, recente ou congênito.

"A terapia se baseia na descoberta de que todos os tecidos do corpo, do epitelial (pele) ao nervoso, guardam a memória dos traumas físicos, químicos e psíquicos que sofreram em qualquer fase da vida.A partir dessas inscrições no corpo, podemos reencontrar e datar os acontecimentos que iniciaram o processo de desorganizar um tecido ou um órgão, provocando o desenvolvimento de doenças. Este diagnóstico é feito por meio de micropalpações na derme e na epiderme.A ação do terapeuta é realizar, no tecido palpado, atos que simulem, em micro escala, a origem do trauma e despertem os mecanismos de autocorreção. É semelhante à ação de uma vacina que inocula o vírus em pequena quantidade, que não causa a doença, mas faz o organismo produzir anticorpos, ou como a diluição de um remédio homeopático. A função do Microfisioterapeuta é como a de umfaxineiro que limpa as informações negativas que o organismo guardou na memória corporal por anos e anos.E ela se baseia na Embriologia e na Física Quântica".

Outra coisa interessante da técnica: as sessões são feitas a cada dois meses, porque a terapia pretende ativar a capacidade natural do corpo de se autocurar, e o corpo não tem a pressa que nós temos para resolver os problemas de saúde (até porque ele se preocupa em resolver o problema, não os sintomas). E cada sessão demora em média 40 minutos. "Às vezes, complementa Viviane, o problema se resolve em uma sessão apenas, às vezes leva um ano. Que parece um tempo longo, mas significa 6 ou 7 sessões, apenas.

Serviço: Para mais informações, veja o site www.microfisioterapia.com.br ou envie e-mail para draviviane@microfisioterapia.com.br

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Ansiedade, tensão e competitividade precoce prejudicam a visão das crianças

Sylvia Loretta Lakeland

Foto: Sylvia e crianças na oficina
Sylvia_crianças

 "Vivi quase quarenta anos de óculos, miopia, descolamento da retina, buraco na mácula e cataratas e uma quase cegueira a partir de 1992. Decidi que voltaria a enxergar normalmente e comecei a minha busca em 1999. Com fé, intuição e sobretudo a convicção de que eu era capaz de despertar e me transformar para voltar a ver, descobri o Tao da Visão". (Sylvia Lakeland)

 

Segundo a Associação Americana de Optometria, mais de 10 milhões de crianças nos EUA, em idade escolar, sofrem de problemas de visão não identificados nos exames básicos de visão. Outras pesquisas realizadas mostraram que em países desenvolvidos, na Europa e na Ásia, há um crescimento da miopia em crianças de até 12 anos, das quais 50% já têm o problema. E este índice alcança 75% em jovens de 15 a 17 anos.

Segundo os pesquisadores, a causa do problema da miopia infantil é o excessivo uso da TV, do computador e dos jogos eletrônicos. Mas é preciso também acentuar que a ansiedade, a falta de mais vida ao ar livre e a competitividade precoce exigida de crianças a partir dos três a quatro anos são fatores responsáveis por esta verdadeira epidemia mundial. O stress é o inimigo mais cruel para os olhos, além de prejudicar a performance escolar destas crianças.

Vamos entender o que se passa e como os pais e familiares devem ficar atentos: antes mesmo de um bebê começar a engatinhar ou apanhar objetos, seus olhos já estão alertas e estimulam o cérebro com informações. Mesmo sem ver bem ainda, é nesta fase inicial que começa a descoberta do mundo maravilhoso das coisas.

É preciso então manter os olhos saudáveis e a mente aberta, curiosa e interessada em tudo, nesta fase dos primeiros seis meses, quando se deve ter uma avaliação do pediatra e ajudar o bebê a expandir a sua visão e coordenação motora, com muitas brincadeiras em ambientes arejados, abertos, com muita luz e com sol. Introduzir os jogos adequados, sempre com tempo suficiente, sem ansiedade, com descontração, muita curiosidade e confiança. Desenvolve-se a visão de profundidade e percepção das cores. E a coordenação olho-mão-pé-corpo levará ao engatinhar correto, vital no crescimento correto da criança até o andar, já na fase de um a dois anos.

Sempre atentos a sinais de qualquer alteração na saúde dos olhos como pequenas irritações nas pálpebras, vermelhidão, corrimentos, remelas ou excesso de lagrimas, sensibilidade excessiva à luz, movimento irregular das pupilas ou ainda a pupila branca, e para isso devemos contar com o apoio do pediatra e eventualmente do oftalmologista. Mas cabe aos pais lembrar que é preciso conversar sempre com o bebê, mudar a posição do seu berço regularmente, manter movimento com móbiles seguros, interessantes e ao alcance da mão e, muito importante, lembrar de deixar a criança no escuro total na hora de dormir. Os olhos também precisam do descanso, do preto da escuridão. Assim, não crie hábitos errados de luz no quarto ou corredores, esta luz prejudica os olhos da criança.

E então começa a fase dos jogos, que é vital para despertar a memória visual, como o esconde-esconde, por exemplo. Também é hora de começar os exercícios de visualização, e aí vamos contar histórias, muitas!

Prevenção mesmo?
Será que os aspectos da prevenção das disfunções visuais nas crianças estão finalmente interessando as entidades governamentais e educacionais? O que de fato está sendo feito não se pode chamar de prevenção. Vejamos: bem cedo, no início das aulas, na fase pré-escolar e escolar inicial, os professores de algumas escolas são orientados para observar e identificar as crianças que apresentam dificuldades de visão em classe. Estas crianças são encaminhadas para um exame oftalmológico, que segue com a recomendação de utilização dos primeiros óculos.

Assunto resolvido: as crianças passam a usar óculos - que irão aumentar gradativamente de grau ao longo do tempo - as autoridades, as entidades educacionais, os pais e responsáveis das crianças ficam tranqüilos e a vida continua! E é neste momento que começa o problema!

O que aconteceu com o aspecto fundamental de identificar a causa desta disfunção na criança? Insegurança familiar, conflitos no ambiente escolar entre crianças, excesso de competitividade sem suporte? Nem estes aspectos básicos da causa são identificados nem são propostas alternativas para melhorar o bem-estar básico da criança, que já mencionamos: viver mais ao ar livre, relaxar, ter curiosidade e espontaneidade com a visão e com o corpo.

Vocês lembram que desde a mais tenra idade, cada um ouviu milhares de vezes pais e mães perguntando: "Você já escovou seus dentes hoje?" Pois é, isto é prevenção, é cuidar dos seus dentes desde o início, e quando adultos, considerar como mais uma das rotinas de higiene diária. Que tal fazermos o mesmo com os olhos: "você já fez seus exercícios de visão esta manhã?" Esta tarde? Você já descansou seus olhos hoje?"

Para de fato começarmos a sugerir um programa preventivo para cuidar de cada criança, nos seus aspectos corporais (visão, audição, etc) e emocionais (inseguranças e medos), pois sabemos que não se pode cuidar dos olhos sem o corpo ou do corpo sem os olhos, iniciamos um mini-projeto experimental no mês de julho 2010.

Aproveitando a experiência adquirida nos últimos sete anos de aulas de visão natural para adultos no Parque Ibirapuera, por onde só em 2009, passaram mais de 9 mil pessoas interessadas, vamos marcar 2010 por mais uma iniciativa: com a minha equipe de apoio, vamos ensinar nossos filhos, netos, sobrinhos e amiguinhos das nossas crianças (além dos pais!) a cuidar dos olhos, desde o começo da vida de cada um. Em julho, tivemos um pequeno grupo, talvez pelo frio, talvez porque tudo que vem para ficar normalmente começa devagar (foi assim com os adultos nas primeiras reuniões, nem ‘meia dúzia de gatos pingados' apareceram nos primeiros encontros). E mesmo com pouca gente, os resultados foram bastante bons.

Serviço: Para conhecer mais sobre o trabalho da Sylvia veja o site www.lakelandsylvia.com.br Em setembro ela realizará seu V Seminário Nacional de Visão Holística, em Perus, São Paulo, e em outubro ela estará em Londres, fazendo palestra na 2a. Conferência Britânica de Visão Holística, sobre A Visão e as Crianças. Inscrições e mais informações na Adijon Clínica e Escola: 11- 5081-4051 ou adijon@adijon.com.br 



Alimentação como base da saúde



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